15 de janeiro de 2011

Poupar Energia com facilidade


Porquê poupar energia? A maior parte do fornecimento da energia doméstica utiliza combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás), mas queimá-los para criar energia produz dióxido de carbono – um dos principais gases de enfeito de estufa. Assim, ao pouparmos energia nas nossas casas, ajudamos a minimizar as alterações climáticas.

Melhoramentos simples em casa:

Cerca de 40% do calor normal de uma casa é perdido através das paredes e do telhado, portanto assegure-se de que os seus estão isolados.
Desligue todas as luzes que não estiver a utilizar. É um mito dizer que deixar as luzes acesas consome menos energia do que reacendê-las, o que não é verdade para nenhuma lâmpada moderna.
As lâmpadas economizadoras utilizam cerca de um quarto da electricidade e duram oito vezes mais do que as lâmpadas convencionais.
Compre aparelhos domésticos de energia eficiente: ao mudar para modelos com menos consumo, como máquinas de lavar roupa, os frigoríficos e as máquinas da louça, pode poupar 33 por cento por ano nas contas de electricidade. Os aparelhos brancos vêm agora com uma classificação de A a G, sendo o A, o modelo mais eficiente, portanto olhe para os símbolos quando comprar um aparelho.

Pequenas mudanças que podem fazer a diferença

- Desligue a televisão e outros aparelhos deixados em stand by e tire da ficha os carregadores dos telemóveis: oito por cento da electricidade usada em casa são perdidos pelo equipamento em stand by.

- Use a máquina de lavar roupa só quando estiver cheia. Lavar a 40ºC em vez de 60ºC poupa um terço de electricidade.

- Mantenha o seu frigorífico a trabalhar com eficiência limpando o pó da serpentina. As serpentinas com pó gastam até 30 por cento mais energia.

3 de novembro de 2010

Potencialidade das Tic


 Diz-me e eu esquecerei
 Ensina-me e eu lembrar-me-ei
Envolve-me e eu aprenderei
      
                                                                                            Provérbio Chinês

Entre as potencialidades da utilização de ambientes multimédia destacam-se :

- A resposta às diferentes necessidades dos alunos, contemplando os vários tipos de inteligências
- A interligação de conteúdos por associações de contexto, intra e interdisciplinarmente
- A promoção da aprendizagem por descoberta
- O desenvolvimento do trabalho colaborativo, com recurso à ligação em rede
- O fornecimento de apoio complementar ao ensino presencial
- A troca de experiências educativas entre estabelecimentos de ensino.
- A possibilidade de abordagens flexíveis e motivantes;

Tecnologia Multimédia nas Escolas

-A tabela 2 apresenta um resumo das principais características dos computadores nas diferentes fases do seu desenvolvimento (Orti, 2000).




Fases

Características dos Computadores

1ª Geração: 1951

- Primeiro computador electrónico: UNIVAC-1
- Computadores caros e de grandes dimensões.
- O arrefecimento do sitema é efectuado por um sistema auxiliar de ar condicionado.
- São usados em aplicações militares, espaciais e de cálculo.

2ª Geração: 1959

- Surge a possibilidade de ligação do computador a terminais remotos.
- Diminuem de tamanho e de custo.
- Aumenta a sua potência de cálculo.

3ª Geração: finais de 60

- Apresentam circuitos integrados.
- Desenvolvimento de famílias de computadores com compatibilidade ascendente.
- Continuam a reduzir em tamanho e preço.
- Continua o aumento do potencial de cálculo.

4ª Geração: finais de 70

- Aparição do microprocessador.
- Surge o primeiro computador pessoal (IBM PC)
- Inicia-se a implementação generalizada dos computadores.
- O uso do computador requer a aprendizagem de linguagens e comandos.

5ª Geração: princípios de 90

- Evolução da capacidade e funcionalidade dos computadores.
- Desenvolvimento da Inteligência artificial.
- Aplicações multimédia, amigáveis e fáceis de utilizar.
- Linguagens de programação baseadas em objectos.
- Surge e generaliza-se o uso das redes telemáticas.
- Começam a vulgarizar-se os computadores portáteis.

Surge na Escola a necessidade de uma nova alfabetização – uma alfabetização informática – que possa desenvolver em todos os alunos competências para a nova forma de comunicar e trabalhar, fundamentais tanto para o prosseguimento de estudos como para uma inserção na vida activa profissional.
Paralelamente a esta evolução de características e funções, surge o interesse na aplicação do computador ao processo ensino-aprendizagem e realizam-se as primeiras experiências da aplicação deste recurso em contexto educativo (Orti, 2000).


Hoje em dia as Tecnologias de Informação e Comunicação estão, ou deveriam estar constantemente presentes no universo dos professores.
É evidente o fascínio do aluno pelos computadores, aproveite-se então esse facto na reconquista da sua atenção e interesse, para a construção de uma escola mais dinâmica e motivadora.
  
O computador é um grande aliado no processo ensino-aprendizagem, "ajudando a desenvolver a capacidade de aprender a aprender e personalizando a transmissão de conhecimentos no processo de aprendizado contínuo" (Barreto, 1999).

Tendo o professor o conhecimento da importância das TIC porquê a resistência à utilização das mesmas?!

 Litto (2002) aponta três razões gerais para a resistência dos professores à modernização da Educação:

" ... quem aprendeu através de uma abordagem didática tendo como princípio que a formação se concluiu quando o futuro profissional está suficientemente estocado com um corpo de conhecimento decorado, pronto a ser transmitido para futuras gerações, tende a resistir a novas informações, especialmente aquelas que obrigam o abandono de antigas categorias e factos já memorizados."

• "... quando alguém já investiu bastante tempo ( e talvez dinheiro) num determinado caminho ou carreira, sendo bem sucedido até então, torna-se difícil aceitar novas propostas que invalidem as práticas do passado e exijam um novo investimento na aprendizagem, adoptando estratégias e tácticas recentes".

• " ... existência de um eixo com duas extremidades (...): pragmatismo de um lado e reflexão do outro. Indivíduos, organizações e classes profissionais acham o seu lugar em algum ponto ao longo deste eixo, tomando decisões e agindo diariamente, segundo a posição em que se acomodaram."

O mesmo autor conclui sobre as instituições formadoras de professores: " ... quem não se adaptar aos novos tempos provavelmente ficará sem alunos."